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Publicado em 26 de março de 2012

 
 

Cidades recordistas em acidentes de moto terão capacitação do Detran-PE

Aulas fazem parte das ações propostas pelo Comitê de Prevenção (Cepam).
Capacitação passa por temas como ética, meio ambiente e legislação.

Acontece nesta terça (27) e quarta-feira (28), no Recife, a formação de multiplicadores do  programa Educação de Trânsito de Pernambuco. O grupo é composto por agentes de trânsito e professores dos dez municípios pernambucanos com maior incidência de acidentes com motocicletas: Araripina, Brejo da Madre de Deus, Caruaru, Cupira, Garanhuns, Petrolina, Pombos, Recife, Salgueiro e Serra Telhada. O curso será ministrado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a ideia é que essas pessoas virem multiplicadoras.

As aulas fazem parte da ampliação da educação de trânsito como forma de combater os acidentes com motocicletas, proposta pelo Detran junto ao Comitê de Prevenção de Acidentes com Motocicletas (Cepam) e acontecem na terça (27) e quarta (28), no bairro da Iputinga, no Recife. A capacitação conta com doze horas de aulas, passando por temas como ética, cidadania, meio ambiente, legislação, segurança de trânsito e socialização de projetos. Após a capacitação, serão distribuídos 100 kits pedagógicos.

Os acidentes de moto no Brasil representaram 30,6% dos casos de óbito por causas externas com transporte terrestre em 2010, de acordo com o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), criado pelo Ministério da Saúde em 1975 para obter regularmente dados sobre mortalidade no país. Na maior emergência de Pernambuco, o Hospital da Restauração, quase trinta mil vítimas de acidentes de motocicleta foram atendidas entre os anos de 2000 e 2010.  Entre os pacientes do HR, 30% assumiram para os médicos ter ingerido bebida alcoólica. Estavam sem capacete 27% deles e 77% não tinham carteira de habilitação. Muitos vieram do interior.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um paciente de moto custa mais de R$ 150 mil ao serviço de saúde dentro do hospital. Contando o socorro, a licença médica, a aposentadoria, o gasto é de quase um milhão. Os médicos avaliam que em torno de 12% das pessoas que chegam vêm com um braço ou uma perna que já não tem qualquer condição de cumprir a sua função no corpo depois do acidente.

 

 

 

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